23 de junho de 2009

Fruto - Melancia

Nomes populares: melanceira, watermelon (Inglês), sandía (Espanhol), pastèque (Francês), cocômero (Italiano)

Nome científico: Citrullus Lanatus (Thunb.) Mansfeld

Família: Cucurbitaceae

A melancia, natural da Índia, pertence à mesma família da abóbora e do melão.

A polpa vermelha é a grande característica do fruto, mas há uma variedade que tem a polpa amarela, chama-se melancia-japonesa ou katama.

A maior melancia conhecida pesava mais de 90 kg.

Desde há muito tempo é usada pelos egípcios para fins medicinais.

Por exemplo, para baixar a febre aplique uma pasta feita com a polpa e a casca trituradas.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia

6 de maio de 2009

Utilidades da Jaca

A maior utilidade da jaqueira são seus frutos consumidos nas regiões tropicais do mundo, chegando em algumas regiões, como no Recôncavo Baiano, a constituir-se em alimento básico para comunidades rurais.

Geralmente são consumidos no estado in natura, contudo são freqüentemente transformados em doces e geleias caseiras. Também pode ser consumida cozida.

Na Índia sua polpa é fermentada e transformada num tipo de aguardente.

As sementes também podem ser consumidas depois de assadas ou cozidas, possuindo sabor semelhante a castanha européia.

A jaqueira é também fonte de alimento da fauna silvestre.

Fruto - Jaca [Artocarpus heterophyllus]

A jaqueira
(Artocarpus heterophyllus)
é uma árvore tropical cujo fruto é conhecido como jaca.

A árvore é originária da Índia e cultivada em todos os países tropicais do mundo.

O fruto é um sincarpo de forma ovalada originada do desenvolvimento da inflorescência feminina. Estes nascem diretamente do tronco e dos galhos mais grossos e chegam a pesar até dez quilogramas e medir até quarenta centímetros de comprimento.
A parte comestível da jaca são os frutículos encontrados no interior dos grandes sincarpos, em grande número, ultrapassando a centena. Estes nada mais são do que o desenvolvimento dos ovários das flores, constituindo os “bagos”, de cor amarelada, envoltos por uma camada grudenta, sabor doce e cheiro forte e característico, reconhecível a longa distância. Os bagos podem ser de consistência um pouco endurecida ou totalmente mole, daí a distinção de duas variedades muito conhecidas e denominadas popularmente de “jaca-mole” e “jaca-dura”.

Fonte de Pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jaca

8 de dezembro de 2008

Fruto - Goiaba [Psidium guajava]


A goiaba, frto da goiabeira, árvore da espécie Psidium guajava, da família Myrtaceae. O fruto é constituído de uma baga, carnoso, casca verde ou amarelada ou roxa, com superfície irregular, cerca de 8 centímetros de
diâmetro.

Em seu interior há uma polpa rosada ou branca ou dourada, contendo dezenas de pequenas sementes duras, mas que podem ser ingeridas sem problemas.
Somente as variedades de polpas brancas e vermelhas são comercializadas.
As 4 sépalas da flor estão normalmente presentes em uma das extremidades da
goiaba.

Existem duas variedades: a branca, de casca esverdeada e interior
amarelo-esverdeado pálido e a vermelha, de casca amarelada e interior rosado.
Algumas moscas utilizam a goiaba para depósito de seus ovos. As larvas dessas moscas são popularmente chamadas de bicho-da-goiaba.
As goiabas são consumidas principalmente in natura ou em forma de doce, chamado goiabada.

Compotas, geléias e sucos também são comuns. São muito ricas em vitamina C, com
de 180 a 300 miligramas de vitamina por 100 gramas de fruta (mais do que a
laranja ou o limão).

No Brasil, o maior produtor mundial de goiabas vermelhas, são produzidas frutas para a indústria (variedades "paluma" e "rica", entre outras) e para consumo in natura (variedades "sassaoka" e "pedro sato", entre outras), com a maior parte da produção concentrada no estado de São Paulo e no entorno do rio São Francisco (Nordeste), na região das cidades Petrolina/PE e Juazeiro/BA.

A goiaba não é ácida e, assim, pode substituir o tomate na confecção de molhos salgados e agridoces, mas sobretudo para pessoas com restrições à acidez deste último.
Essa fonte de saúde é utilizada em diferentes produtos derivados, tais como goiabadas, doces, compotas, sucos, sorvetes e molhos salgados e agridoces. Conhecida por ter muita vitamina C, apresentando a goiaba vermelha níveis dessa vitamina de 4 a 5 vezes superiores aos da laranja, possui quantidades razoáveis de vitaminas A e do complexo B, além de sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.

Fonte de Pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Goiaba

4 de dezembro de 2008

Etiquetas de Fruta










Batido de Banana

Ingredientes:

3 bananas maduras
850 ml de leite
2 colheres de sopa de açúcar
côco ralado a gosto

Preparação de Batido de Banana:

1. Descasque as bananas, corte-as em pedaços e coloque-as num copo misturador. Junte o leite e o açúcar e misture bem.
2. Distribua por copos e reserve.
3. À parte, disponha o coco num tabuleiro e leve ao forno à temperatura média, a torrar.
4. Retire, polvilhe os batidos e sirva de imediato.
5. Caso deseje pode acrescentar ao batido uma maçã cortada em pedaços e um pouco mais de açúcar.

Sumo de Maçã

Ingredientes:

4 maçãs sem casca
120ml de suco de laranja
Suco de 1 limão
1/2 litro de água
2 colheres de sopa de adoçante em pó
Folhas de hortelã para decorar .


Preparação de Sumo de Maçã:


Bata tudo no liquidificador por 2 minutos e sirva em seguida.

11 de novembro de 2008

Fruto - Castanha

O ouriço é o fruto capsular espinescente do castanheiro-da-europa
(Castanea sativa), geralmente com três aquênios, as
castanhas.
Presume-se que a castanha seja oriunda da Ásia
Menor, Balcãs e Cáucaso, acompanhando a
história da civilização ocidental desde há mais de 100 mil anos. A par com o pistácio, a castanha
constituiu um importante contributo calórico ao homem pré-histórico que também a
utilizou na alimentação dos animais.
Os gregos e os romanos
colocavam castanhas em ânforas cheias de mel silvestre. Este
conservava o alimento e impregnava-o com o seu sabor. Os romanos incluíam a
castanha nos seus banquetes. Durante a Idade Média, nos
mosteiros e abadias, monges e freiras utilizavam frequentemente as castanhas nas
suas receitas. Por esta altura, a castanha, era moída, tendo-se tornado mesmo um
dos principais farináceos da Europa.
Com o Renascimento, a gastronomia assume novo
requinte, com novas fórmulas e confecções. Surge o marron glacé, passando de França para Espanha e daí, com
as Invasões Francesas, chega a Portugal.
A castanha que
comemos é, de facto, uma semente que surge no interior de um ouriço (o fruto do
castanheiro). Mas, embora seja uma semente, como as nozes, tem muito menos gordura e muito
mais amido (um hidrato de carbono),
o que lhe dá outras possibilidades de uso na alimentação. As castanhas têm mesmo
cerca do dobro da percentagem de amido das batatas. São também ricas em vitaminas C e B6
e uma boa fonte de potássio. Consideradas,
actualmente, quase como uma “guloseima” de época, as castanhas, em tempo idos,
constituíram um nutritivo complemento alimentar, substituindo o pão na ausência deste, quando
os rigores e escassez do Inverno se instalavam. Cozidas, assadas ou transformadas
em farinha, as castanhas sempre foram um alimento muito popular, cujo
aproveitamento remonta à Pré-História.

[Fonte de Pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Castanha]

Castanhas Cozidas

As castanhas podem também ser cozidas.
Para tanto basta golpeá-las, colocá-las num tacho e, quando a água estiver a ferver, temperá-las com sal e erva doce.
Depois de cozidas, podem ser consumidas simples, com manteiga ou
servir de acompanhamento a pratos de carne.
Existem ainda as castanhas piladas (secas) que servem para fazer uma deliciosa sopa de castanhas.


A castanha era uma das grandes fontes de alimentação das gentes desta
região até ao princípio do século XX, altura em que a grande maioria dos
«soutos» foi dizimada por uma doença denominada «tinta». Hoje ainda restam
alguns castanheiros resistentes e descendentes dessa época nas povoações da
Serra do Açor.

Não será por acaso que ainda hoje existem povoações com nomes alusivos ao castanheiro.

[Fonte de Pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Castanha]

Castanhas Assadas

Ingredientes

1 Kg. de castanhas
Sal grosso(q.b.)
Água (q.b.)


Preparação/Confecção


Prepare as castanhas dando-lhes um golpe com uma faca, a fim de não rebentarem.
Salpique-as com água, para o sal aderir mais facilmente e para que a casca fique mais estaladiça, permitindo que se retire com mais facilidade. Polvilhe as castanhas com sal e coloque-as num tabuleiro de ir ao forno ou num assador de barro furado. Coloque o tabuleiro no forno ou o assador de barro na lareira, sobre as brasas, tendo o cuidado, quer num caso quer noutro, de as mexer de vez em quando.

Quando estiverem assadas, coloque as castanhas num recipiente de barro e sirva, a fim de que cada pessoa descasque a sua parte.

Acompanhe com jeropiga ou água-pé.

[Fonte de Pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Castanha]

Provérbios Populares (S. Martinho)


- No dia de S. Martinho vai à adega e prova o teu vinho.

- Mais vale um castanheiro do que um saco com dinheiro.

- Dia de S. Martinho fura o teu pipinho.

- Do dia de S. Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o teu bornal.

- Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.

- Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho.

- Se queres pasmar teu vizinho lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.

- Dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.

- Pelo S. Martinho, prova o teu vinho, ao cabo de um ano já não te faz dano.

- Pelo S. Martinho mata o teu porco e bebe o teu vinho.

- Pelo S. Martinho semeia favas e vinho.

- Pelo S. Martinho, nem nado nem cabacinho.

- Água-pé, castanhas e vinho faz-se uma boa festa pelo S. Martinho.

[Fonte de Pesquisa: Recolha Popular]